Domingo, 12 de Abril de 2009
Santa Páscoa

 

Ressurreição
 
Há lírios em volta da sepultura
Tão imaculados como um nevão!...
Os Anjos afastam a lousa dura
E cantam: Páscoa da Ressurreição.
 
A luz da aurora excede a luz do Sol,
E a do Sol inúmeros sóis brilhantes,
Vestem-se as almas de oiro e de arrebol,
Iluminam-se as grutas mais distantes.
 
Aleluia! Há pombas brancas nos ares,
Carrilhões tocam, riem-se os altares
Com a vitória de Cristo sobre o mal.
 
Foram vencidos o pecado e a morte
O Mundo passou a ter outra sorte
Pois que a vida deixou de ser igual.
                                 Onésimo Dionísio
 
Um Santa Páscoa para a Turma I, cheia de alegria e de renascimento interior!!!

sinto-me: Fernanda Caetano

publicado por sweetfriends às 19:27
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Quarta-feira, 1 de Abril de 2009
Acerca de "Os Mais" de Eça de Queirós

A história

A ação de "Os Maias" passa-se em Algodres, na segunda metade do séc. XIX, e apresenta-nos a história de três gerações da família Maia. A acção inicia-se no Outono de 1875, quando Afonso da Maia, nobre e rico proprietário, se instala no Ramalhete com o neto recém formado em Medicina. Neste momento faz-se uma longa descrição da casa – “O Ramalhete”, cujo nome tem origem num painel de azulejos com um ramo de girassóis, e não em algo fresco ou campestre, tal como o nome nos remete a pensar. Afonso da Maia era o personagem mais simpático do romance e aquele que o autor mais valorizou, pois não se lhe conhecem defeitos. É um homem de carácter, culto e requintado nos gostos. Em jovem aderiu aos ideais do Liberalismo e foi obrigado, por seu pai, a sair de casa e a instalar-se em Inglaterra. Após o pai falecer regressa a Lisboa para casar com Maria Eduarda Runa, mas pouco tempo depois escolhe o exílio por razões de ordem política.

Fruto deste casamento resultou apenas um filho, Pedro da Maia, que apresentava um temperamento nervoso, fraco e de grande instabilidade emocional. Afonso desejaria educá-lo à inglesa, mas Maria Eduarda, católica fervorosa, cujo fanatismo mais se exacerba ao viver em Inglaterra, país protestante, não o consente e Pedro é educado por um padre mandado vir de Lisboa. Pedro cresce, muito ligado à mãe e após a sua morte, ficou inconsolável,tem crises de melancolia negra recuperando apenas quando conhece uma mulher, extraordinariamente bela e vistosa, chamada Maria Monforte. Enamora-se dela e, apesar do seu pai não concordar, casa com ela, o que o afasta do convívio do pai. O jovem casal parte para Itália e inicia uma vida faustosa. Nascem-lhes dois filhos: Maria Eduarda e Carlos Eduardo. Pouco depois do nascimento do segundo filho, Maria Monforte apaixona-se por um italino, visita da casa e, um dia, Pedro chega a casa e descobre que a mulher fugiu com o italiano, levando a filha. Desesperado, refugia-se em casa do pai, levando o filho, ainda bebé. Nessa mesma noite, depois de escrever ao pai uma longa carta, Pedro suicida-se com um tiro. Afonso da Maia dedica a sua vida ao neto a quem dá a educação inglesa, forte e austera, que em tempos sonhara para o filho.Num capítulo do livro essa educação, considerada a ideal, é contraposta à que umas vizinhas, as senhoras Silveiras dão ao filho e sobrinho Eusebiozinho. Passados alguns anos, Carlos contra a vontade de todos, excepto de seu avô, tornou-se médico (profissão que, ainda nos finais do século XIX, era considerada suja e indigna de um homem de bem) e acaba por montar um luxuoso consultório e até por mandar construir um laboratório, onde pretende dedicar-se à investigação). Após várias aventuras, um dia conhece uma mulher chamada Maria Eduarda e apaixona-se por ela, mas supõe-na casada com um cavalheiro brasileiro, Castro Gomes. Carlos e Maria tornam-se amantes. Carlos, com excepção da sua viagem no fim do curso, viveu sempre em Portugal, pensando que a sua irmã e a mãe morreram, e Maria Eduarda apenas se lembra de que teve uma irmãzinha, que morreu em Londres. Regressado a Lisboa e desagradado com os boatos de que a sua «mulher» seria amante de Carlos, Castro Gomes revela a este que Maria não é a sua mulher mas apenas uma senhora a quem ele paga para viver consigo. É assim que Carlos descobre que Maria lhe mentiu sobre o seu passado. Ela conta-lhe o que sabe sobre a sua vida e ele perdoa-lhe. Resolvem fugir, mas vão adiando o projecto, pois Carlos receia magoar o avô. Este, já velho passa o tempo em conversas com os amigos, lendo, com o seu gato – Reverendo Bonifácio – aos pés, opinando sobre a necessidade de renovação do país. Afonso é generoso para com os amigos e os necessitados, ama a natureza e o que é pobre e fraco. Tem altos e firmes princípios morais. A verdade precipita-se quando um tio de um amigo de Carlos, absolutamente por acaso, revela a Ega, o grande amigo de Carlos, que Maria é irmã deste. Embora Ega seja cauteloso ao dar a notícia a Carlos, este tem um grande choque. No entanto, não consegue pensar em Maria como irmã e continua a ser seu amante. Ao descobrir a verdade, Afonso morre de doença. Carlos e Maria separam-se. Carlos vai viver para Vila Soeiro do Chão.

O romance termina quando Carlos, anos passados, regressa a Lisboa de visita. O final é ambíguo, como o foi a acção de Carlos e João da Ega ao longo da narrativa: embora ambos afirmem que "não vale a pena correr para nada" e que tudo na vida é ilusão e sofrimento, acabam por correr desesperadamente para apanhar um transporte público que os leve a um jantar para o qual estão atrasados.



publicado por sweetfriends às 22:19
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Terça-feira, 17 de Março de 2009
Festa na Escola

 

A Escola ASAS em Festa
 
Após três anos de muito esforço e dedicação, os alunos dos Cursos: Animador Sociocultural; Técnico de Secretariado; Técnico de Apoio à Infância, assistiram à Bênção das Pastas, abraçando a nova etapa que têm pela frente, quer na continuação dos estudos, ou no mundo profissional.
Neste dia tão importante para os alunos, é também celebrada a Festa de Homenagem ao Fundador da Obra. Toda a Família Blasiana é convidada a estar presente. A festa iniciou-se com a celebração da Eucaristia na Basílica da Estrela, celebrada pelo Rev. Pe. Ramiro Pereira, no qual dirigiu palavras de parabéns e de incentivo a todos os presentes mas de forma especial aos finalistas.
 
Nas instalações da Sede da Escola a Turma M, 1º Ano do Curso Animador Sociocultural encenou “ Entre o céu e a Terra”, homenageando a Pessoa de Monsenhor Alves Brás. Foi uma festa muito bonita e familiar.
A Turma I associou-se à Festa e colaborou nas entrevistas dirigidas a elementos presentes, tornando-se mais participativa da mesma.
 
Para finalizar deixo, umas palavras de Monsenhor Joaquim Alves Brás “Quem recebe o ensino fica apto a ganhar a vida. Enriquecendo também a sociedade”, que seja esta a certeza para cada um dos alunos que frequenta a escola e de forma especial para os que estão prestes a deixar este estabelecimento de estudo. Boa sorte e Força para o mundo que vos espera!!!
 
 

sinto-me: Fernanda Caetano

publicado por sweetfriends às 19:20
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Domingo, 8 de Março de 2009
Dia Internacional da Mulher

 

Dia Internacional da Mulher
 
Neste dia no ano de 1857, várias operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entravam em greve, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como “Dia Internacional da Mulher”.
 
Com a celebração deste dia pretende-se chamar a atenção para o papel e a dignidade da mulher e levar a uma tomada de consciência do valor da pessoa, perceber o seu papel na sociedade, contestar e rever preconceitos e limitações que vêm sendo impostos à mulher.
Se por um lado vemos como nos nossos dias, perante a lei da maioria dos países, não existe qualquer diferença entre um homem e uma mulher, a prática demonstra que ainda persistem muitos preconceitos em relação ao papel da mulher na sociedade. Produto de uma mentalidade ancestral, ao homem ficava mal assumir os trabalhos domésticos, o que implicava para a mulher que exercia uma profissão fora do lar a duplicação do seu trabalho.
Cabe a nós mulheres lutar pelos direitos que devem ser iguais para ambos os sexos, afinal porque é tão difícil termos nos lugares de chefia mulheres, quando somos nós que ocupamos mais lugares nas Universidades? Quando somos nós capazes de ter várias ocupações ao mesmo tempo e continuamos a dar respostas assertivas e capazes em todas?

sinto-me: Fernanda Caetano

publicado por sweetfriends às 17:18
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Sábado, 7 de Março de 2009
A Obra “1948” de George Orwell

 

A Obra “1948” de George Orwell
 
A Turma I, no seu segundo ano do Curso de Animadores, tem sido convidada, interpelada a ler algumas Obras sugestivas para alcançar novos conhecimentos e perspectivas, porque como costuma dizer um professor nosso, “a escola não se faz sem livros”, claro que nem toda a Turma considera esta frase muito apropriada, sobretudo porque a obrigatoriedade de ter que ler o livro para alguns é desmotivador.
Hoje gostava de falar da minha experiência enquanto leitora desta Obra que gostei de ler, mas, que depois de tanta discussão levantada em aula sinto que não consigo dar respostas a questões levantadas. Uma história onde por vezes me perdi entre a ficção e a realidade, onde o pensamento das personagens era proibido, sendo aceitável e correcto acatar as ordens de um partido (imaginário?) ou não.
A Obra retrata muito do que se vive nos dias de hoje, onde a privacidade das pessoas é cada vez menor, onde a liberdade de expressão é reduzida e subornada aos interesses de entidades maiores, onde se levantam dúvidas tais como: Será que Winston fica verdadeiro curado no sentido de se converter ao Grande Irmão, ou consegue ganhar a luta interior e continua a ter o seu próprio sentir e pensar? Será o pensamento humano controlável?
Com tudo isto a frase que mais ecoa dentro de mim é a seguinte “Só sei que nada sei”, ou seja, a leitura do livro e o visionamento do filme deixaram-me com este problema de existência, ao qual sinto dificuldade de responder, mas não me darei por vencida enquanto o não descobrir.
E tu que já leste o livro que dizes de tudo isto?
 
 

 


sinto-me: Fernanda Caetano

publicado por sweetfriends às 22:43
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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009
"Os Maias" no Trindade

 

“Os Maias” no Trindade
 
O Teatro da Trindade tem em cena desde o dia 5 de Fevereiro a Obra literária “Os Maias”, Tendo em conta que faz parte do programa curricular do 11º ano, a Escola ASAS fez-se presente no dia 15 com alunos e professores de várias Turmas.
Para quem gosta de grandes Obras, esta é uma a não perder, quer pela finalidade de retratar a sociedade portuguesa de uma determinada época (e talvez a actual?), onde se dá grande ênfase a uma sociedade de “Elites”, de excentricidades, onde se criticam os costumes de um país à beira da “bancarrota”, como de valorização de um grande nome da Literatura Portuguesa Eça de Queiroz.
A Obra está muito bem caracterizada, quer a nível de personagens como na representação cénica da época. Em simultâneo o espectador pode estar nos anos inicias da história, como em 1868 com João de Ega e Carlos da Maia a chegarem ao Teatro da Trindade de coche, chapéu e luvas, como a projectar um futuro que se avizinha pouco favorável e misterioso para ambos.
Peça cheia de humor intemporal, à mistura de um história de amor entre Carlos e Maria Eduarda, sempre ao lado do amigo fiel e excêntrico João de Ega.
No espectáculo vários pormenores ficam por contar, pois um dia não bastariam para tal; mas, para quem tem curiosidade de saber mais, pode e deve sempre ler a Obra, na certeza de ficar maravilhado com tal. Eu fiquei! E tu vais experimentar???
 
 

sinto-me: Fernanda Caetano

publicado por sweetfriends às 22:03
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Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2009
“Des” igualdades Sociais de Hoje e de Ontem

 

 
Nos dias que correm cada vez mais sinto que estou a viver numa era em que as mentalidades mudam consoante o tempo, as circunstâncias da vida e até da própria história pessoal de cada um. Não existe um sentir social comunitário.
Todos os dias no meu percurso até à estação do Metro encontro alguém que pede esmola, sempre no mesmo sítio, com a mesma roupa, com o mesmo discurso (esmola para comprar pão), de vez em quando também reparo que tem um cigarro na mão, falo com os meus botões “não tem dinheiro para pão e tem para o cigarro”, mas depois interrogo-me a mim própria será que comprou o cigarro ou ter-lhe-á sido oferecido? Continuo o meu percurso e reflicto sobre as mãos estendidas a pedir, os sorrisos a quererem dizer algo…enfim, uma série de acontecimentos que olho mas muitas vezes não os vejo, sim, porque ver implica parar e olhar com olhos de ver, um olhar que trespasse o coração por vezes frio.
 
Há uns dias, lia um texto de alguém que a meu ver, olhou com olhos de ver, o seu coração foi tocado e mais importante ainda, não conseguiu ficar indiferente ao que viu. Falo de Fernando Nobre, presidente da AMI, em que no dito texto refere a violência que se faz sentir entre Gaza e Israel. Ele como médico já teve oportunidade de conhecer estas terras, os seus povos, as suas lutas, os seus problemas, por isso não consegue ficar indiferente ao que se vive perante acontecimentos trágicos, não é capaz de ficar silencioso porque como ele refere “ao não reagirmos estamos a ser cúmplices dos mesmos por concordância, omissão ou cobardia.
É chegado o tempo dos Seres Humanos de Boa Vontade de Israel e da Palestina fazerem calar os seus falcões, se sentarem à mesa e, com equidade, encontrarem uma solução. Ela existe! Mais tarde ou mais cedo terá que ser implementada ou vamos todos direito ao Caos: já estivemos bem mais longe do período das Trevas e do Apocalipse.
É chegado o tempo de dizer BASTA! Este é o meu grito por Gaza e por Israel (conheço ambos): quero, exijo vê-los viver como irmãos que são”.
 
Ao ler o texto recordo um outro texto não actual no sentido da data em que foi redigido, mas que me parece relatar da mesma forma uma denúncia de algo a que alguém não conseguiu também ficar indiferente.
“O Sermão de Santo António aos Peixes”, é um texto digno de ser analisado com olhos de ver, reconheço que não é para qualquer um, mas, com um pouco de esforço e de várias ajudas lá se chega à essência do mesmo. O capítulo IV é desafiante e vem de encontro à minha reflexão até então. Diz o Padre António Vieira que os “peixes” comem-se uns aos outros, e mais ainda comem os peixes mais pequenos. O Padre António usa os peixes para poder chegar aos homens, o que equivale que os homens também se “comem” uns aos outros e comem sempre os mais indefesos os pobres os esquecidos, é uma luta desigual em que sobrevivem os fortes.
 
Como conclusão, vejo nestes dois senhores uma preocupação comum, ou seja, ambos tiveram a cuidado de denunciar uma desigualdade da época, não conseguiram compactuar com tanto mal, não ficaram de braços cruzados, e como se pode ver as desigualdades existiram no tempo de Padre António Vieira e continuam a existir nos tempo de hoje, existiram no Brasil, na Terra Santa e no meu percurso até à escola.
 
Espero que continuem a existir Homens capazes de ouvir o grito dos que sofrem e não fiquem calados como estes dois grandes senhores, porque desigualdades existiram sempre cabe a mim e a ti gritarmos por aqueles que não têm “voz”…


sinto-me:

publicado por sweetfriends às 21:15
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Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009
Contínuo nascimento

Enganam-se os que pensam que só nacemos uma vez.

Para quem quiser ver a vida está cheia de nascimentos.

Nascemos muitas vezes ao longo da infância

quando os olhos se abrem em espanto de alegria.

Nascemos nas viagens sem mapa que a juventude arrisca.

Nascemos na sementeira da vida adulta,

entre invernos e primaveras maturando

a misteriosa transformação que coloca na haste a flor

e dentro da flor o perfume do fruto.

Nascemos muitas vezes naquela idade

onda os trabalhos não cessam, mas reconciliam-se

com laços interiores e caminhos adiados.

 

Enganam-se os que pensam que só nascemos uma vez..

Nascemos quando nos descobrimos amados e capazes de amar.

Nascemos no entusiasmo do riso e na noite de algumas lágrimas.

Nascemos na prece e no dom.

Nascemos no perdão e no confronto.

Nascemos em silêncio ou ilumunados por uma palavra.

Nascemos na tarefa e na partilha.

Nascemos nos gestos ou para lá dos gestos.

Nascemos dentro de nós e no coração de Deus.

 

O que Jesus nos diz 'e:"Também tu podes nascer",

pois nós nascemos, nascemos, nascemos.

 

            José Tolentino de Mendonça

 

Que o Novo Ano seja um contínuo nascimento para cada um de vós.

 

 

Um abraço amigo


sinto-me: Maria Cristina

publicado por sweetfriends às 22:15
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Quinta-feira, 1 de Janeiro de 2009
Recomeça...


Se puderes
Sem angústia
E sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.

E, nunca saciado,
Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a sonhar e vendo
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças…

 

Miguel Torga

 

Um belo poema para começar 2009.


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Quarta-feira, 31 de Dezembro de 2008
...

**Bom Ano Novo para Todos!! **

 


sinto-me:

publicado por sweetfriends às 18:08
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